quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

dilemas

Se o futuro não me reservar uma cadeia de sanitas para limpar e polir, enfermagem é uma opção. Aliás, enfermagem é a opção mais viável, uma vez que a área da saúde sempre me fascinou - e sim, eu sei que jornalismo e enfermagem não têm nada a ver, mas que querem que vos faça?

O problema é que, tal como já por aqui disse, nunca quis pensar muito no assunto, pelo menos por enquanto, porque tenho tempo de decidir o que quero fazer quando chegar a hora certa e não agora, quando ainda há tanta coisa em jogo. Talvez por isso, acho que ainda não tinha tomado consciência do que significaria ser enfermeira. 

Cheguei à conclusão que sou demasiado sensível. Sério. Se fosse parar às urgências e me aparecesse alguém à frente com um olho ao pendurão e o fígado no bolso, eu seria a primeira a desmaiar. Aliás, eu faço-me de forte, mas acho que se me aparecessem com um corte mais ou menos profundo ou uma ferida ensanguentada, eu me enrolaria num canto a chorar, enquanto informava o paciente de que ia morrer porque lhe caiu uma unha. 

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